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Bruno Gomes. Tecnologia do Blogger.
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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Silent Hill: Downpour



Com a missão de levar a série Silent Hill de volta às origens, a Konami se uniu à Vatra Games para produzir Downpour, título que levará os jogadores de volta à assustadora cidade. Desta vez, o player controlará Murphy Pendleton, um presidiário que acaba preso no local após um acidente com o ônibus que transportava ele e outros presos.

O tema principal, como o nome já diz, é a água. Além da chuva torrencial que cai durante as cenas, o elemento também será a pela principal de diversos enigmas. A trama, desta vez, também não contará com áreas clássicas dos títulos anteriores, como a escola e o hospital, que darão lugar a ambientes como um restaurante e bairros da periferia da cidade.

Para passar uma sensação ainda maior de imersão, o jogador poderá executar missões alternativas, que garantirão itens inéditos e darão mais detalhes sobre a história. Silent Hill, neste título, estará tão grande que, às vezes, será necessário pegar o metrô para se locomover de um ponto a outro.

domingo, 29 de janeiro de 2012

InFAMOUS 2; Festival of blood ( PS3 XBOX PC )

Historia do Game

A cidade de New Marais foi invadida por vampiros, que, maliciosamente, se disfarçam como humanos para facilitar o ataque a suas vítimas. E um dos principais heróis do game, Cole McGrath, protagonista de inFamous 2, também se transformou em um desses monstrengos. Achou bizarro? Mas é bem isso que Zeke Dunbar, fiel amigo de Cole, contou para uma garota que estava tentando conquistar em um bar.

Festival of Blood, um DLC de inFamous, realmente coloca o jogador na pele de um Cole vampiresco, que agora conta com novas habilidades e novos perigos. O jogador tem a chance de voar, se transformando em um enxame de morcegos, e finalizar os oponentes com sua arma modificada, que agora conta com uma estaca em sua ponta.

Os inimigos aparecem por toda parte, e ainda são capazes de converter humanos em monstrengos sedentos pelo o que sobrou de Cole. É mole? Felizmente, a campanha do jogo, que dura aproximadamente três horas, também oferece uma série de habilidades a serem desbloqueadas.

Local
A aura cool de Nova Orleans se transferiu para a perigosa New Marais, como ja disse, de “inFamous 2”. Devastada por uma enchente (uma referência clara ao furacão Katrina, que devastou a cidade real), New Marais é um terreno perfeito para Cole treinar seus poderes elétricos e seu parkour turbinado, especialmente com um mundo cheio de outros seres superpoderosos. Quando comparada a Empire City, lar do primeiro “inFamous”, New Marais explode com cores, diversidades e acordes de jazz. Fugindo das cidades da costa leste e oeste dos EUA, a Sucker Punch conseguiu dar uma atmosfera completamente única para seu game.

Para vcs uma foto da cidade.

new marais

New Marais




Alem de tudo isso ainda tem finais secretos!!!

domingo, 4 de setembro de 2011

Finais do F.E.A.R 3


Eae galera, para um jogo como esse eu n suportei n falar o final e deixar vcs curiosos, então estão aqui o final para cada personagem.

O final do bem é esse:



O final do mal é esse:



Obs: só ta separado da publicação da publicação do fear 3 pq ia ficar enorme

F.E.A.R 3 (PC, XBOX e PS3)




A horripilante trama da série F.E.A.R. é muito bem construída e não fica atrás de grandes produções de terror hollywoodianas. Como a trama vem sendo desenvolvida desde o primeiro game, falar muito dela aqui acabaria sendo spoiler, então vamos pegar leve: em F.E.A.R. 3 você é Point Man, e sua missão é impedir que Alma – a entidade maligna com cara de fantasma de filme de terror japonês – tenha um filho.O curioso é que em F.E.A.R 1 você é filho de Alma

Sabendo do que Alma é capaz, e uma criança saída de um ser tão poderoso quanto ela definitivamente não é uma boa ideia. Além de Point Man e Alma, temos ainda Paxton Fettel, irmão de Point Man que era o vilão do primeiro game, morreu e agora resolve ressurgir como um espírito dotado de bizarros poderes psíquicos.

Se você boiou nos dois parágrafos anteriores, minha sugestão é que leia minhas postagens sobre F.E.A.R e F.E.A.R 2. O game não faz nenhum esforço para facilitar a vida dos novatos, e começa partindo do princípio que o jogador já está familiarizado com aquele universo e os personagens que ali vivem.

A presença de Fettel no game já entrega a primeira novidade de F.E.A.R. 3: o modo multiplayer cooperativo. Pela primeira vez na série, o modo campanha poderá ser desfrutado por dois jogadores simultâneos, tanto online quanto offline. Se você não encontrar nenhum fã da série para jogar com você, não se preocupe: depois de terminar cada fase com Point Man, você poderá jogá-la novamente com Fettel, o que traz boas novidades ao gameplay.

Enquanto Point Man utiliza pistolas, rifles, espingardas e tudo aquilo que a gente já está cansado de ver em outros games FPS, a jogabilidade de Fettel se baseia em sua situação de fantasma, o que lhe concede poderes exclusivos. Ele pode olhar através de paredes, disparar rajadas de energia psíquica, fazer coisas levitarem e possuir o corpo dos adversários. Sem dúvida jogar como Fettel é mais interessante, então tire no par ou ímpar com seu amigo para decidir quem vai ser o host da partida, pois somente o outro jogador é que poderá controlar a assombração.

Uma coisa curiosa da campanha multiplayer é que, embora tenha indícios de cooperação, ela pode muito bem ser jogada como uma competição, dependendo do perfil dos jogadores. Você não precisa necessariamente interagir com o outro jogador, e encontrar alguns itens e cumprir certas demandas concedem pontos, que ao final de cada fase são somados para escolher quem se saiu melhor.

Durante o jogo você pode seguir o estilo simpático, participando do game de seu amigo, ou simplesmente bancar o egoísta e sair ganhando todos os pontos possíveis, como ja fiz quando joguei eu e o Bruno. Considerando a animosidade típica dos irmão Point Man e Paxton Fettel, pode-se dizer que esta foi uma boa sacada da Day 1 Studios, um co-op onde um está sempre querendo passar uma rasteira no outro.

O clima de terror foi ofuscado, dando espaço para um gameplay mais focado na ação, com alguns sustos cuidadosamente planejados aqui e ali.

A inteligência artifical também é satisfatória e ao longo dos oito estágios do game você vai encarar de soldados humanos à assombrações demoníacas e medonhas criaturas geneticamente modificadas. Depois de concluir a campanha principal, que deve durar cerca de 6 horas, sugerimos que você embarque nos modos multiplayer, que é onde F.E.A.R. 3 realmente se mostra inovador.

Com quatro modos de jogo distintos, que aceitam no máximo quatro jogadores por partida, existem aqui alguns modos de jogo bem inovadores, como o F**king Run e o Soul King. No primeiro caso, os jogadores devem fugir de um imenso paredão fantasmagórico que chega engolindo tudo pela tela. Quem marca bobeira e fica para trás já era, e a tensão só aumenta com o grande número de inimigos que aparece em seu caminho e atrasa seu avanço.

Já o modo Soul King coloca quatro jogadores no papel de fantasmas, em um mapa repleto de soldados controlados pela IA. Todos os soldados podem ser possuídos e mortos, rendendo uma soul which que pode ser trocada por pontos de XP em outros modos de jogo. Você pode ficar matando os NPCs para ganhar um soul which de cada vez, ou partir para cima de um dos outros jogadores e embolsar várias soul whiches de uma vez só. A possibilidade de ir longe demais e acabar perdendo tudo é preocupante, porém estimulante (o princípio básico dos jogos de azar), e este fator de risco torna este modo de jogo altamente viciante.

Apesar de toda a diversão propiciada pelo modo multiplayer, há também algo que causa muita dor de cabeça: a instabilidade do serviço online. É dificil de entrar em partidas quick match e mesmo ao se criar um jogo novo, a espera por outros jogadores é grande.



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

F.E.A.R 2 (PC, XBOX, e PS3)

O primeiro jogo da série, “F.E.A.R.”, tinha deixado uma enorme legião de fãs, logo esperava-se qualidade acrescida nesta sequela. Depois de algumas horas de terror e muitos tiros, podemos afirmar que estamos perante de um dos melhores FPSs do ano, na versão PC. Para quem não conhece a história de “F.E.A.R. 2: Project Origin”, aqui vai. Auburn, o palco da ação, foi destruída no fim da história do jogo original, por uma explosão apocalíptica. A explicação para esta explosão e para os fenómenos paranormais que assolam a destruída cidade está em Alma, uma criança em que o ódio pela humanidade cresce a cada passo que dá. A nossa missão é parar Alma e a sua sede pela destruição. Mas, a tarefa não é nada fácil. Para além da jovem paranormal, o herói da narrativa, Michael Becket, ainda vai ter que neutralizar Genevieve Aristide, a presidente da Armacham Technology, grande responsável pelo estado psíquico de Alma. Contudo, a própria empresa envia um grupo de mercenários para assassinar Aristide, para não existirem fugas de informação, e Becket e os restantes soldados da Força Delta são apanhados no meio deste fogo cruzado.

A maior expectativa em relação a este jogo estava na jogabilidade e nos ambientes criados pela Monolith, a produtora do jogo. Logo nos primeiros momentos de jogo, essa curiosidade é satisfeita. O primeiro nível mostra ao que vamos, ou seja, o terror está bem patente nas cenas iniciais e os tiros vão ser mais que muitos. O primeiro cenário é uma escola e podemos afirmar que, pela primeira vez, os cabelos atrás da nuca arrepiaram-se com o que é vivido naqueles corredores. Preparem-se para utilizar a lanterna e descobrir corredores cheios de pedaços de corpos humanos, muito sangue e muitas almas penadas a atacarem-nos. Esta é apenas uma pequena amostra do que se segue até ao fim do jogo. Pelo meio, vamos ter um Becket com poderes psíquicos, vários resumos para nos inteirarmos da história, momentos paranormais e um fim que deixa antever uma nova sequela.

A jogabilidade é também de elogiar, tal como já tinha acontecido em “F.E.A.R.”. Existem sempre locais de cobertura e muitos objectos podem ser utilizados para nos escondermos dos tiros inimigos. Também o armamento é variado, desde a simples pistola até um lança-rockets e uma útil espingarda de sniper. A cereja no topo do bolo é a armadura, carregada de armamento que nunca mais acaba, capaz de avançar pelas ruas da cidade e despachar quem nos surge pela frente, sem grandes dificuldades. O “slow mo” continua a dar uma ajuda preciosa e, para quem não conhece, esta opção pode ser activada quando surgem vários inimigos em simultâneo, diminuindo a velocidade da câmara e permitindo alvejar com mais certeza tudo o que mexe.


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Alan Wake (Xbox 360)

Um Exelente Jogo que demorou 5 anos para ser lançado desde que foi anunciado na E3 de 2005.
Com uma narrativa ótima e bem contada...Alan é um escritor de livros de terror,mas nos últimos dois anos,Alan,sofre uma espécie de bloqueio mental e não consegue escrever mais nada.O que o leva a tirar férias junto com sua mulher,Alice,na pequena cidade de Bright Falls,encostada no meio da floresta.O povo é pacato ,mas logo algo estranho habita  lugar,Alan é obrigado a viver um pesadelo semelhante aos seus livros.Sua mulher é raptada e logo criaturas sombrias assombram a cidade.

Alan Wake compensa a espera de 5 anos.


domingo, 7 de agosto de 2011

F.E.A.R (Xbox, Pc, PS3)



F.E.A.R é um jogo de tiro que provoca sensações de medo e tensão no jogador, e isso se mostra verdadeiro em F.E.A.R., título que contém gráficos soturnos, sombras angustiantes, muito sangue além de efeitos sonoros e uma trilha original muito competente.

Uma grande virtude é a excepcional inteligência artificial, com inimigos inteligentes e com capacidade de se organizarem no mapa e fazerem manobras táticas. Ademais, F.E.A.R. Conta com bons gráficos porém com texturas repetititivas, um enredo ligeiramente monótono em mapas lineares, contrabalanceado com uma trilha sonora de primeira, correspondente aos melhores filmes de terror da atualidade.

O game começa com Fettel tomando o comando de um batalhão de soldados Replica que destroem a matriz da ATC. As câmeras mostram Fettel canibalizando suas vítimas.

O jogador é apresentado como “point man” para a equipe da F.E.A.R., uma organização governamental secreta especializada em lidar com ameaças paranormais. O coordenador da equipe, Rowdy Betters, lhe apresenta os outros membros do time, Spen Jankowski e Jin Sun-Know. A equipe recebe a ordem de eliminar Fettel. Como uma medida de segurança, a ATC implantou em todos os soldados Replica um dispositivo de rastreamento, assim a equipe foi capaz de seguir os passos de Fettel através do satélite espião HANNIBAL-3.

A busca por Paxton Fettel começa em um prédio abandonado em Auburn. Enquanto procura por pistas, você acaba sendo atacado por Fettel e, antes de perder a consciência escuta ele dizer uma enigmática frase: “Todos eles merecem morrer”.

O sinal de Fettel é perdido, no entanto, você e o esquadrão SFOD-D são enviados para investigar um grupo de soldados Replica no porto Sullivan e laboratório de análise. A equipe SFOD-D é misteriosamente massacrada e você é quase morto numa explosão provocada pela aparição de uma garotinha de vestido vermelho: Alma Wade.

A busca por Fettel continua na estação de tratamento do Rio Sul e na matriz da ATC. Durante os combates contra os Replica, você passa a ter alucinações cada vez mais perturbadoras envolvendo Alma e Fettel. Através de alucinações, hackeando laptops e informações de outros personagens, a história se desenrola. Você descobre que Fettel é filho de Alma, resultado de experimentos com embriões geneticamente modificados. Descobre também que Fettel é o mais novo de dois irmãos produzidos pelo programa Origin.

Essa perseguição acaba levando ambos ao laboratório subterrâneo do programa Origin, onde Alma foi trancada pela ATC quando tornou-se poderosa demais para ser controlada. O jogador agora enfrentaria os soldados Replica e os guardas da ATC, que haviam sido designados para abafar o caso.

Finalmente, enquanto você caminha, você ve Fettel canibalizando sua tia ou Alice Wade, ao mesmo momento que sua irmâ, Alma caminha em direção a Fettel. Logo começa as alucinações onde você ve Fettel dizendo algumas frases, logo após cada frase, dois demônios surgem de dentro de Fettel para te atacar enquanto Fettel some e aparece em outro canto. Logo após umas cinco frases, você atravessa uma porta que liga uma sala onde Fettel está de joelhos, temendo por sua segurança e a liberdade de Fettel, você o mata enquanto ouve uma das frases enigmáticas dele: "Eu a libertarei". Após sua morte, Fettel deixa de comandar as tropas devido ao seu poder telepático ter desaparecido. Infelizmente Alice Wade está morta devido aos múltiplos ferimentos causados pelo canibalismo de Fettel.

Fettel falha em libertar Alma mas Harlan Wade, líder do programa Origin, movido pela culpa de ser o causador de tanto sofrimento à garota, liberta-a. Após ser libertada, Alma imediatamente mata Wade. A sua libertação provoca pesadelos que quebram a barreira da lógica e passam a ocorrer no mundo real, e a visão de uma Alma mais velha andando nua pelo laboratório passa a atormentá-lo.

Você deve correr para destruir o laboratório destruindo os pilares de energia para iniciar uma reação em cadeia que causaria uma explosão subterrânea. Enquanto escapa, uma visão vem revelar uma fato aterrador: Harlan Wade, o principal envolvido no projeto Origin era o pai de Alma, sendo que Harlan é pai de Alice que nesse momento dorme profundamente no sono da morte.

Você escapa do subsolo a tempo de ver uma enorme explosão que o deixa inconsciente. Quando acorda, encontra-se em um helicóptero com o líder do esquadrão SFOD-D Douglas Holiday e Jin Sun-Kwon, observando um enorme cogumelo de fumaça que cobria quase todo o ambiente urbano. O laboratório Origin havia sido destruído mas Alma havia sido libertada e não havia como prever a imensidão e consequências de sua ira, agora que se encontrava livre.

O jogo termina com Alma escalando o helicóptero